Líder do Governo do Paraná, Marcel Micheletto é recebido na Primato

Em mais um encontro dentro do programa de Educação Política, o deputado estadual Marcel Micheletto – líder do Governo do Paraná – foi recebido pelos integrantes do Conselho de Administração da Primato Cooperativa Agroindustrial. “Acredito no Brasil, na minha bandeira. Acredito na força do cooperativismo e na força do Oeste”, iniciou o candidato que estava acompanhado dos vereadores Geraldo Weisheimer e Valdir Rosetto, entre outros aliados políticos.

Prefeito de Assis Chateaubriand por dois mandatos, presidente da Amop, da Associação dos Municípios do Paraná, Marcel Micheletto lembrou ter trazido para a gestão no setor público ações que há tempos são utilizadas na iniciativa privada.

O candidato à reeleição comentou que cresceu ouvindo e vivendo o cooperativismo, tendo como referência dentro de casa o pai, Moacir Micheletto, um entusiasta do sistema. “Jamais vou fugir das minhas origens”, frisou Marcel ao citar que a Região Oeste é uma referência. “Acredito na força do agronegócio e fazer a defesa daquilo que tenho como essência não é difícil”, comentou Marcel que acrescentou: “Precisamos de mais políticos defendendo isso”. Na visão de Marcel Micheletto, o Oeste é um exemplo de como é possível transformar a vida das pessoas através do trabalho

Ele defendeu o Pacto Federativo. “Vivemos dentro dos municípios e precisamos pensar um novo conceito de política, mais inovadora, mais conectada. É nosso dever entregar um estado melhor, um país melhor”, disse.

ESTRUTURA

“Nunca tive interesse em ser um deputado de varejo”, afirmou Micheletto, que emendou: “A minha visão sempre foi trazer as obras estruturantes que ainda faltam para a nossa região”. O candidato explicou sobre a questão logística necessária para avançar e o Oeste ser mais competitivo, especialmente o cooperativismo, um setor que cresce acima da média, mas que ainda sofre com questões básicas.

Marcel Micheletto Citou a construção do frigorífico da Frimesa em Assis Chateaubriand que foi importante para a consolidação do município que era, entre os maiores da região ainda sem uma indústria de maior porte.

Defendeu a implantação de um terminal da Nova Ferroeste na região, assim como as melhorias das rodovias que cruzam a região ao citar a necessidade de resolver problemas históricos de logística para concretizar esse planejamento estratégico de crescimento do cooperativismo. “Por isso sinto que é importante eu ainda ter espaço dentro do Governo do Estado para consolidar esse projeto e fazer o nosso cooperativismo ‘bombar’ ainda mais”, afirmou.

SEQUÊNCIA

O candidato pregou uma “oxigenação na política regional” e destacou ser necessário respeitar aqueles que contribuíram, “mas precisamos ocupar os espaços e é importante a proximidade com o governador Ratinho Junior”. Micheletto lembrou que, quando assumiu o cargo de secretário da Administração do Governo do Estado, trabalhou de maneira muito forte para a redução do custo da máquina pública com a revisão de alguns contratos e a adoção de medidas para tornar a administração mais veloz e eficiente. Ele ainda comentou sobre uma reforma administrativa prevista num eventual segundo governo de Ratinho Junior e que, na opinião de Marcel Micheletto, “terá um forte impacto na sociedade que deseja que a classe política faça aquilo que dela se espera e ajudar o desenvolvimento pleno da nossa região e do nosso estado”.

Micheletto respondeu alguns questionamentos dos conselheiros e ainda recebeu um documento com algumas demandas do setor. “A gente precisa se posicionar cada vez mais, ocupando os espaços e tendo posição”, disse o candidato.

O presidente da Primato Cooperativa Agroindustrial Anderson Sabadin comentou sobre a desoneração do setor de carnes, que segue na pauta das cooperativas e apresentou o projeto para a construção de um frigorífico previsto no planejamento estratégico da Primato até 2033. Além disso, entregou um documento sobre a necessidade da cooperativa em Nova Santa Rosa. O objetivo é construir um viaduto ou um trevo na PR-589, que vai de Novo Sarandi a Nova Santa Rosa, uma obra em torno de R$ 2 milhões na altura da Linha Petroski.

Voltar